Mindfulness e Auto-Compaixão

Mindfulness

“Liberdade é a capacidade de pausar entre o estímulo e a resposta”. Rollo May

Viver de forma “mindful” significa viver no momento presente, acolhendo com coragem e sem julgamento o que está vivo dentro de mim e a minha volta.. Mindfulness permita-nos viver cada momento de forma mais plena, tornando-nos mais conscientes da beleza e dos “presentes” que o presente nos oferece.

A atenção plena é também um auxílio importante nos momentos mais desafiantes do dia a dia. Mindfulness permite lembrar-nos que qualquer (comunic)ação pode ser escolhida com consciência, tornando-a numa resposta em vez de uma reação automática.

Estar consciente da respiração é um modo simples e fácil para cultivar a presença.

Auto-Compaixão

Ter auto-compaixão não é realmente diferente do que ter compaixão pelos outros. Em primeiro lugar, ter compaixão pelos outros, significa querer ver e perceber que alguém está em sofrimento. Em segundo lugar, a compaixão envolve um sentimento movido pelo sofrimento dos outros, para que o seu coração responde a sua dor (a palavra compaixão significa literalmente “sofrer com”). Quando isso ocorre sentes calor, carinho e o desejo de ajudar a pessoa que sofre de alguma forma. Ter compaixão também significa oferecer compreensão e bondade para com os outros quando eles falham ou cometer erros, em vez de julgá-los severamente. Finalmente, quando você sentir compaixão pelo outro (em vez de mera pena), isso significa que percebe que o sofrimento e aimperfeição é parte da experiência humana compartilhada.

Auto-compaixão envolve agir da mesma forma em relação a si mesmo quando está tendo um momento difícil, falhar, ou notar algo que não gosta em si mesmo. Em vez de simplesmente ignorar a sua dor, vais parar para dizer a ti mesmo “isso é realmente difícil agora,” como posso confortar e cuidar de mim neste momento?

Em vez de impiedosamente julgar e criticar-se por várias insuficiências ou deficiências, auto-compaixão significa que é gentil e compreensivo quando confrontado com falhas pessoais – afinal, quem foi que disse que era para ser perfeito?

 

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