E se fosse possível reinventar as organizações actualmente? É felizmente hoje em dia uma realidade que vai acontecendo por todo o mundo.
Veja este vídeo inspirador:
A roshi budista Joan Halifax trabalha com pessoas no último estádio de vida (no hospital ou no corredor da morte). Ela partilha o que aprendeu sobre a compaixão à face da morte e do acto de morrer, assim como algumas luzes sobre a natureza de empatia.
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E se seu emprego não controlasse a sua vida?
O CEO brasileiro Ricardo Semler pratica uma forma radical de democracia corporativa, repensando tudo desde reuniões de comité até como seus funcionários registram os seus dias de férias (eles não precisam). É uma visão que recompensa a sabedoria dos funcionários, promove um equilíbrio entre emprego e vida pessoal, e revela grandes descobertas sobre do que realmente se tratam o trabalho e a vida. Questão bónus: e se escolas também fossem assim?
” Vivemos numa época extraordinária: todas as culturas do mundo, passadas e presentes, estão, em certa medida, ao nosso alcance, quer através de registos históricos quer por meio de entidades vivas. Isto nunca acontecera em toda a história do planeta terra.
De tribos e grupos isolados, a pequenas aldeias agrícolas, a antigas nações, a impérios feudais vitoriosos, a estados capitalistas internacionais, à aldeia global: o crescimento extraordinário rumo a uma aldeia integral que parece ser o destino da humanidade.
Integral significa integrar, ligar, juntar, unir, abranger. Não no sentido de uniformidade, nem no sentido de aplainar todas as maravilhosas diferenças, cores e inflexões de uma humanidade tão diversa como as cores do arco-íris, mas no sentido de UNIDADE-NA-DIVERSIDADE, traços comuns que existem lado a lado com as nossas maravilhosas diferenças. ” Ken Wilber
“Ken Wilber said, you know, the problem is the world needs to be more integrated, but it requires a consciousness that’s way up here, and an ability to see beyond the differences among us.”
-President Bill Clinton
Mitchell Kapor, founder of Lotus Development and the co-founder of Electronic Frontier Foundation, mentions that “After reading Wilber, it is impossible to imagine looking at the world the same way again”.
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Os círculos restaurativos foram desenvolvidos por Dominic Barter nas favelas do Brasil.
Trata-se de é um processo comunitário para apoiar pessoas que estão em conflito. No círculo reúne-se as três partes de um conflito – aqueles que agiram, aqueles diretamente afetados e a comunidade em geral – dentro de um contexto sistémico intencional, para o diálogo de igual para igual. Os participantes convidam uns aos outros a participar de forma voluntária.
O processo de diálogo usado é compartilhada abertamente com todos os participantes, e guiado por um membro da comunidade. O processo termina quando as ações que foram encontradas trazerem benefício mútuo.
Círculos Restaurativos são facilitadas em 3 estádios desenhados para
1) identificar os fatores-chave para o conflito,
2) chegar a acordos sobre os próximos passos e
3) avaliar os resultados.
Tratando-se de um formato em círculo, o mesmo convida ao poder compartilhado, a compreensão mútua, a auto-responsabilidade e da acção eficaz.
” Painful conflict is an opportunity for a kind of intimacy that reveals the presence of community, of a tangible interdependence in which power – both in its actions and its results – is shared. Painful conflict destroys – sometimes violently – the illusion that you make no difference in my life, that I make no difference in yours. Such conflict is a sometimes tortured awakening to the fact that we live together – and that the differences we invest so much in affirming, that we use with such earnestness in our attempts to separate ourselves from others or from unwelcome truths about ourselves, are unable to banish that fact. Painful conflict says ‘We live together. I am uninterested if that is to your liking’.
In order for painful conflict to effectively result in transformative change it requires a dedicated space to flower. Such a space, and whatever practice we develop and enact within it, has a singular focus: to reveal our interconnectedness and to seed constructive action that comes from it and remains aligned with it. ”
” The Work that Reconnects” é um trabalho desenvolvida pela Joanna Macy para nos apoiar a reconectar com as nossas vidas e o mundo de forma a cada um de nós encontrar coragem, compromisso e comunidade para agir sobre ela.
Escolher Vida significa co-construir uma Sociedade que Sustenta a Vida.
O trabalho tem os seguintes objetivos: